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Restaurantes populares do Governo do Amazonas serviram 1,2 milhão de refeições em 2021

Seas ampliou trabalho voltado à segurança alimentar dos mais vulneráveis

Comida para quem mais precisa. Em 2021, o Governo do Amazonas ampliou o direito humano à alimentação adequada com a oferta de quase 1,2 milhão de refeições, entre almoços vendidos ao preço simbólico de R$ 1 e a distribuição gratuita de sopa de diversos sabores, nas sete unidades do restaurante popular Prato Cheio na capital.

O programa é administrado pela Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), por meio do Departamento de Proteção Social Básica (DPSB), via Gerência de Ações Descentralizadas de Segurança Alimentar e Nutricional (Gadsan).

De acordo com o levantamento, de janeiro a dezembro foram servidas 1.194.507 refeições nos equipamentos públicos de segurança alimentar que funcionam em Manaus. Chama atenção no balanço o atendimento de 10.286 pessoas em situação de rua e 20.721 pessoas com deficiência, o que comprova o caráter social e inclusivo do programa Prato Cheio.

Importância – O público-alvo dos equipamentos públicos estaduais de segurança alimentar são as pessoas em situação de vulnerabilidade social. É o caso de desempregados, pessoas em situação de rua, pessoas com deficiência, e trabalhadores informais que, mesmo voltando gradativamente à ativa, perderam renda devido aos impactos da pandemia da Covid-19.

Por dentro das estatísticas – O número de refeições corresponde à somatória dos almoços servidos ao custo simbólico de R$ 1 nos quatro restaurantes populares (Centro, Novo Israel, Compensa e Jorge Teixeira), e da distribuição de sopas de forma gratuita nas três cozinhas populares (Alfredo Nascimento, Rio Piorini e Parque São Pedro). Essas sete unidades integram o programa Prato Cheio, que este ano foi ampliado para mais dois municípios, Manacapuru e Autazes.

Combate à fome – Segundo a secretária de Estado da Assistência Social, Alessandra Campêlo, os restaurantes e as cozinhas populares integram o conjunto de políticas públicas determinadas pelo governador Wilson Lima para garantia da segurança alimentar e nutricional aos segmentos mais vulneráveis da população.

De acordo com o Ministério da Cidadania, o Amazonas tem atualmente aproximadamente 400 mil famílias em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda de até R$ 89 por mês.

“O Governo, por meio da Seas, tem atuado diariamente para minimizar os impactos da pandemia, que aumentou a situação de extrema pobreza no Amazonas. Esse trabalho é feito com a transferência de renda dos auxílios estaduais, com a distribuição de cestas básicas, frutas, verduras, legumes, peixes e alimentos in natura, e também servindo essas refeições nos restaurantes e nas cozinhas populares. O Prato Cheio é, sem dúvida, um excelente programa social”, disse Alessandra.

RESTAURANTES POPULARES
Serviço: refeição a R$ 1
Parceria público-privada: Governo do Amazonas, Yamaha, Inova e Coca-Cola/Grupo Simões
Cardápio: inclui arroz, feijão, macarrão, salada e uma proteína variada (frango, carne, fígado, peixe e outros)
Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h

Unidades
• Centro: Rua Joaquim Nabuco, 847 (antigo prédio do Sine)
• Novo Israel: Rua Bom Jesus, s/nº (entre a delegacia e o Caic)
• Compensa: Rua Izaurina Braga, 543 (antiga rua Amazonas, perto da Escola Estadual Padre Pedro Gislandy)
• Jorge Teixeira: Rua Nova Esperança, 340 (perto da Escola Estadual Vasco Vasques)

COZINHAS POPULARES
Serviço: distribuição gratuita de sopas
Parceria: 100% custeado pelo Governo do Amazonas
Cardápio: carne, mocotó, feijão e legumes
Funcionamento: de segunda-feira a sábado, do meio-dia às 14h

Unidades
• Alfredo Nascimento: Rua Marcos Cavalcante (esquina com rua 2)
• Rio Piorini: Alameda Rio Negro (esquina com a rua Amazonas)
• Parque São Pedro: Rua Edwirges, s/nº (antiga Invasão da Carbrás)

FOTO: Miguel Almeida/Seas