Informação apuradas dão conta que o valor cobrado é de R$ 379 mil, com base nos processos administrativos publicados no Diário Oficial. O número considera seis das oito autuações, cujas notificações para recolhimento já foram emitidas. Duas delas, porém, ainda não tiveram valor apurado.

Segundo o Centro de Vigilância Sanitária estadual, o presidente recorreu de todas as sanções, e nenhum valor foi pago. A Secretaria Estadual de Saúde informou que “todos os recursos foram devidamente analisados respeitando o rito administrativo de acordo com cada fase”.

Um dos processos já foi finalizado e inscrito em dívida ativa do estado, com um boleto de R$ 607,43 na semana passada – um valor que aumenta dia após dia por conta de juros.

Outro processo foi igualmente concluído e deverá ser inscrito na dívida ativa em breve. Um terceiro caso se vê em fase de notificação para recolhimento da multa, ainda dentro do prazo para pagamento. Os demais aparecem em etapa de análise de recursos, entre primeira e segunda instância.

O uso da máscara foi obrigatório no estado entre julho de 2020 e março de 2022, em razão da pandemia da Covid-19.

Histórico

Bolsonaro foi autuado pela primeira vez em 12 de junho de 2021 na capital paulista, quando realizou uma motociata, batizada de Acelera para Cristo. Na ocasião, ele não utilizou máscaras de proteção e promoveu aglomeração. Essa multa foi no valor de R$ 552,71.

No dia 25 do mesmo mês, recebeu uma nova sanção de R$ 552,71, desta vez em Sorocaba, interior do estado. O presidente foi até a cidade para participar da inauguração do Centro de Excelência em Tecnologia 4.0, no Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS).

Via: Metrópoles