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Nos pênaltis, Central do Coroado conquista o tetra da Categoria Master

O maior campeão da Categoria Master voltou e ampliou a vantagem de títulos  o Peladão. Na manhã deste domingo (27) o Central do Coroado conquistou, nos pênaltis o quarto título da sua história, somando aos títulos de 2013, 2015 e 2016.

 

Após 0 a 0 no tempo normal, o título foi decidido nos pênaltis e o Central levou a melhor. Vencendo por 2 a 0. Zé  Ribite abriu as cobranças, bateu fraco e a bola parou no goleiro Messias. Belo, do Central, cobrou no alto e fez. Ediglê isolou e Paulinho cobrou no canto e deu o tetra ao Central.

 

O jogo começou com o Cidade Nova tocando bola no campo de defesa e meio de campo, mas a primeira boa chance veio com o Central do Coroado. Aos três minutos,em jogada pela esquerda Paulinho rolou para Alex escorar de calcanhar e Marquinho recebeu, passou pela marcação e chutou, mas o goleiro da Cidade Nova defendeu.

 

A Cidade Nova tentava tocar bola e cadenciar o jogo, já o Central era mais vertical e apostava em jogadas de velocidade para exame perigo ao time do Coração. Em um desses passes verticais, Marquinho recebeu de frente pra área, dominou, furou o corpo e chutou colocado, a bola passou ao lado da meta.

 

A primeira boa chance da Cidade Nova foi aos 13 minutos quando André Rocam deixou da esquerda, Nando recebeu no segundo pau, mas o chute saiu mascado, facilitando a Cida do goleiro do Central. Outra boa chance do time da zona Norte foi aos 20. Após cruzamento na área, André Rocam escorou e quando parecia que Zé Ribite iria receber a bola limpa para abrir o placar, Japonês chegou providencialmente e afastou o perigo dali, colocando para escanteio. Na cobrança de tiro de canto, Nando aproveitou após bate e rebate e cabeceou na pequena área, porém a bola foi em cima do goleiro, que defendeu em dois tempos.

 

Com o passar do tempo o jogo foi ficando truncado, com muitas faltas e paralisações para atendimentos. Mesmo assim, o Central ainda teve uma ótima chance para abrir o placar. Em jogada de contra-ataque, Alex chutou à queima roupa, o goleiro da Cidade Nova espalmou e, no rebote, Popó chutou para fora, perdendo um gol onde estava só ele e a trave.

Segundo tempo

Na segunda etapa, o ritmo de jogo caiu. Além das faltas, que paralisavam a partida, o calor também contribuiu para que a intensidade diminuísse. Nos primeiros 7 minutos, a única boa chance veio com o Central. Após boa jogada, Alex recebeu na marca do pênalti e chutou, mas Ediglê travou a finalização que tinha destino certo para o gol.

 

Apesar do susto, o jogo continuou na mesma tônica: faltas, erros de passe e jogadas que não levaram perigo. Foi assim até o fim do jogo, o que levou a decisão para os pênaltis.