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Deputada Joana Darc pede que CPI abra a Caixa Preta da energia nas comunidades rurais

Por Assessoria de Comunicação

Em discurso na manhã desta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam)a deputada Joana Darc (PL) repudiou atos da Amazonas Energia

A deputada Joana Darc (PL) se posicionou contra as medidas da Amazonas Energia, frente aos apagões vivenciados por moradores das comunidades rurais e a troca de 11 mil medidores de energia pela Capital, na manhã desta quarta-feira, 16, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

“Eu quero falar das comunidades rurais que estão sofrendo mais ainda com os apagões. Meu amigo presidente da comunidade Nossa Senhora de Fátima, Iran, me informou que na comunidade os moradores estão todos os dias sofrendo com a falta de energia. Na hora de cobrar e colocar gato na casa das pessoas, a empresa coloca, mas na hora de prejudicar as pessoas que perdem seus eletrodomésticos com os apagões, a empresa simplesmente cruza os braços”, revelou Joana Darc.

Para desdobrar o problema e revelar os fatos em torno das interrupções de energia, Joana Darc solicitou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazonas Energia, leve o debate até as comunidades para ouvir o relato dos moradores.

“Eu quero aqui pedir a CPI desta Casa, que possa ouvir as comunidades e peço que possa começar pela comunidade Nossa Senhora de Fátima para ouvir o relato dos moradores e aqui na Assembleia Legislativa fazer os requerimentos necessários”, disse.

De acordo com a deputada, os resultados revelados por órgãos de controle, relativos à existência de “gatos” feitos pela Amazonas Energia, em novos e antigos medidores, também é um absurdo.

“Isso é um absurdo gente e isso influencia em todo mundo, seja nas pessoas que têm mais condições ou nas pessoas que têm menos condições. A gente precisa se revoltar, repudiar, entrar na justiça e ir contra a empresa que está fazendo gato nos próprios consumidores”, criticou.

Educação Especial

Ainda em discurso, Joana Darc sinalizou pedido ao Governo do Estado, para que os profissionais de educação que estão sendo convocados pelo Executivo, possam ser distribuídos na educação especial, a qual tem uma grande defasagem e necessidade de um número maior de profissionais para atender a demanda nas redes públicas de ensino.

“Eu quero fazer esse pedido e tenho certeza que serei atendida, de que os profissionais de educação que estão sendo convocados pelo governador Wilson Lima, possam ser distribuídos na educação especial, ou seja, na educação de crianças e adolescentes com deficiência, porque nós temos falta de professores nas instituições dessas crianças e adolescentes. Como mãe de uma criança com deficiência eu não poderia ficar calada diante disso”, finalizou.